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PERNAMBUCO está localizado geograficamente no Centro-Leste da região Nordeste do Brasil.
Área: 98.311,616 km2.
Relevo: Planície litorânea, Planalto Central. Depressões á Oeste e a Leste.
Principais bacias hidrográficas: São Francisco, Capibaribe, Ipojuca, Una, Pajeú e Jaboatão.
Vegetação característica: Mangue (litoral), Floresta tropical (zona da mata) e Caatinga (agreste e sertão).
Clima: Tropical atlântico (litoral), semi-árido (agreste e sertão)
População estimada (IBGE 2005): 8.413.593.
(Homens: 4.004.870; Mulheres: 4.408.723;)
(Urbana: 76,5%; Rural: 23.5%)
(Branca: 37,1%; Preta: 4.5%; Amarela: 0,1%; Parda: 58,2%; Indígena: 0,2%)
Densidade demográfica: 85,58 hab/km2;
Nº de Municípios: 184 e o território de Fernando de Noronha;
Capital : Recife |
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| Regiões, Microrregiões e Respectivos Municípios: |
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| Regiões |
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Região Metropolitana do Recife |
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Zona da Mata |
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Agreste |
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Sertão |
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Rio São Francisco |
| Encantos da Terra |

Praia de Cacimba do Padre
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Localizado no litoral do Nordeste, Pernambuco apresenta uma das mais exuberantes paisagens brasileiras. A arquitetura colonial de Olinda convive com a arquitetura moderna do Recife.
O meio ambiente pernambucano preserva tesouros. As mais belas praias do litoral do Brasil estão próximas dos encantos serranos do agreste e da força do sertão. Caruaru sedia a maior feira popular do interior nordestino e, em Petrolina, o rio São Francisco transforma áreas de seca em enormes plantações de frutas para exportação. |
Na zona da mata, belíssimos engenhos contam toda a história da exploração do açúcar. Com uma diversidade cultural sem igual em todo o Brasil, Pernambuco faz desfilar nas suas festas tradições como o maracatu, o bumba-meu-boi, o caboclinho, o pastoril. São influências européias, africanas e indígenas ainda vivas, como a celebração do Toré na reserva dos fulniôs.

Passistas em Olinda - Frevo no pé
Foto: Passarinho
No carnaval, o frevo anima milhares de foliões que fazem do Recife o palco da maior festa popular espontânea das Américas – só o desfile do Galo da Madrugada arrasta mais de um milhão de foliões no sábado de carnaval.
A tradição agrícola do estado também deixou sua marca nos festejos de São João, que atraem turistas de todo o país. Na semana santa, a Paixão de Cristo é representada em Nova Jerusalém no maior teatro ao ar livre do mundo, com capacidade para 80 mil expectadores.
Nossa culinária também é especial e exclusiva. Come-se desde buchada de carneiro e bode, sarapatel, carne-de-sol com macaxeira até refinados pratos de frutos do mar, sobretudo camarão, lagosta e polvo. Um destaque para o inigualável sabor de nossas frutas tropicais. |
| Lutas e Conquistas |
Pernambuco foi uma das primeiras áreas brasileiras ocupadas pelos portugueses. Em 1535, Duarte Coelho torna-se o donatário da Capitania, fundando a vila de Olinda e espalhando os primeiros engenhos da região.
No período colonial Pernambuco torna-se um grande produtor de açúcar e durante muitos anos é responsável por mais da metade das exportações brasileiras. Essa riqueza atrai novos colonos europeus que constroem no estado um dos mais ricos patrimônios arquitetônicos da América Colonial.
A riqueza de Pernambuco foi alvo do interesse de outras nações. No século XVII, os holandeses se estabelecem no estado. Entre 1630 1 1654, Pernambuco é administrado pela Companhia das Índias Ocidentais. Um dos seus representantes, o príncipe João Mauricio de Nassau, traz para Pernambuco uma forma de administrar renovadora e tolerante. Realiza inúmeras obras de urbanização no Recife, amplia a lavoura da cana, assegura a liberdade de culto.

Quadro encomendado por Mauríco de Nassau - Frans Post
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No período holandês, é fundada no Recife a primeira sinagoga das Américas. Amante das artes, Nassau tem na sua equipe inúmeros artistas, como Frans Post e Albert Eckhrout, pioneiros na documentação visual da paisagem brasileira e do cotidiano dos seus habitantes.
Os pernambucanos se orgulham de sua participação altiva na História do Brasil, sempre mantendo altos ideais libertários, como na Guerra dos Mascates, entre 1710 e 1712; a Revolução Pernambucana, em 1817; a Confederação do Equador, em 1824; a Revolta Praieira, em 1848.
Com o advento da República, Pernambuco procura ampliar sua rede industrial, mas continua marcado pela tradicional exploração do açúcar. O Estado moderniza suas relações trabalhistas e lidera movimentos para o desenvolvimento do Nordeste, como no momento da criação da Sudene. A partir de meados da década de 60, Pernambuco começa a reestruturar sua economia, ampliando a rede rodoviária até o sertão e investindo em pólos de investimento no interior do estado. Na última década, consolidam-se os setores de ponta da economia pernambucana, sobretudo aqueles atrelados ao setor de serviços (turismo, informática, medicina) e estabelece-se uma tendência constante de modernização da administração pública.
Fonte:
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